AECIO RECEBE O APOIO DE ROMÁRIO. MARINA DEVE SEGUIR REDE

AECIO RECEBE O APOIO DE ROMÁRIO. MARINA DEVE SEGUIR REDE

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Hoje, no final da tarde, o candidato Aécio Neves estará no Rio recebendo o apoio do senador eleito Romário, que poderá ser usado como contraponto à decisão de Marina Silva, caso ela não declare apoio mas repita o posicionamento da Rede, que recomendou voto nulo, branco ou em Aécio , vetando o apoio a Dilma.  Entre os tucanos, a expectativa maior é a de que a terceira colocada siga este caminho, que consideram um erro: mais uma vez, ela frustrará eleitores e ficará restrita ao seu nicho eleitoral, que pouco se ampliou de 2010 para 2014.

A viagem de Aécio para o Rio sugere que, já conhecendo a  decisão de Marina, ele preferiu não ficar em Brasília para uma receber uma notícia frustrante, e deslocar-se para o Rio onde Romário anunciará seu apoio num grande evento eleitoral. Eleito senador, o ex-jogador e deputado pelo PSB deve convocar agora uma nova manifestação do movimento “Aezão”, reunindo políticos do PMDB, PSB, PROS e outras siglas que no primeiro turno apoiaram Aécio para senador e Luiz Fernando Pezão para governador. Pezão disputa agora o segundo turno com Marcelo Crivela.

AECIO RECEBE O APOIO DE ROMÁRIO. MARINA DEVE SEGUIR REDE

Aécio receberá também o apoio do candidato ao governo do Rio Grande do Sul pelo PMDB, contra o governador Tarso Genro, José Ivo Sartori.  Ele foi uma “zebra” não prevista pelas pesquisas, que apontavam Tarso e Ana Amélia embolados na reta final.  O PMDB gaúcho sempre foi dissidente em relação ao comando nacional que apoia o governo Dilma.

O amplo arco de apoios a Aécio foi uma segunda derrota para o PT, que viu Dilma ficar isolada, recebendo apoios poucos significativos, como o de Jean Willys e Marcelo Freixo, do PSOL.

A campanha de Aécio tem indicações de que ele sairá na frente de Dilma nas duas pesquisas nacionais que serão divulgadas nas próximas horas (Datafolha e Ibope), mas não com uma vantagem tão grande como a que foi apontada pelo instituto Veritá, que lhe deu 54,2% contra 45,2% de Dilma.